Sobre “Intelligent Agents in Computer Games”

Este artigo é bem curto e não apresenta resultados experimentais, apenas apresenta a motivação padrão que desenvolvedores de IA para jogos usam na justificativa de suas equipes.

O artigo também não é recente, datando de 1999, mas alguns interesses em pesquisa apontados, como exploração de técnicas de machine learning, arquiteturas inteligentes, projeto de interfaces, representação de conhecimento, navegação de agentes e interação humano-computador, ainda são atuais.

A abordagem do artigo, no entanto, é interessante. Ao invés de usar linguagens de script, os autores preferiram conectar os bots do jogos à máquina de inferência SOAR para resolução do ciclo de decisão (percepção, raciocínio e atuação). Sua justificativa é que o Soar permite uma decomposição simples das ações do agente em uma hierarquia de operadores, que no alto nível representam os objetivos do agente e, no baixo nível, ações atômicas para que os objetivos sejam alcançados.

A abordagem do artigo até é interessante, mas em algumas buscas rápidas na internet não consegui encontrar outras abordagens deste tipo, a não ser pelo projeto Soar/Games. Mesmo assim, a notícia mais recente facilmente encontrada sobre eles fala de uma interface para o Half-life, o que parece não ser muito novo, também…

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